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A pré-selecção de zonas a nível dos Estados-Membros ou a nível regional não contraria a abordagem a partir da base?

Existe o risco de a pré-selecção de zonas reduzir a capacidade dos FLAG para adaptarem as suas zonas e as suas estratégias às realidades locais. No entanto, é importante ser realista e garantir que as zonas têm massa crítica suficiente e que a estratégia também possui recursos suficientes para atingir os seus objectivos.

Uma solução comum nesta situação consiste em definir de forma lata certos tipos prioritários de zonas elegíveis, permitindo depois que o FLAG adapte as fronteiras da zona em resultado da análise a partir da base e da estratégia que pretende desenvolver.